Vou partir!
Deixar-me levar pelo mundo dos sonhos e sair em qualquer porto de abrigo para sentir o ar puro da liberdade, que embora inexistente, me deixa a ilusão do seu sabor.
Vou embora, para trás da porta vou deixar perguntas, respostas, argumentos e interrogações.
Ninguém vem comigo, levo o meu coração.
Deixo o último sorriso e o último suspiro.
O vento é o meu limite, o céu o meu anseio, a paz a busca.
Vou voar daqui, vou chutar a caixa de retratos que esteve algum dia intrínseca em mim.
Aquele som, aquela melodia, aquele piano que me transmite o calor do mundo, fica. Mas levo-o comigo. Vou em busca do calor do mundo.
Descobrirei sorrisos, corações, novos sonhos e angústias. Vou recortar tudo o que vejo de bom, vou guardar, vou cheirar e sentir.
Quero ver os novos horizontes que me transmite cada perspectiva do mundo. Quero conhecer todos os olhares, quero agarrar todos os acenos de despedida.
Vou ver o quanto é bom ansiar a nossa casa, vou sentir sede do cheiro da minha alma.
Vou correr atrás da minha sombra e saltar palavras que nunca foram expressadas e acabadas. Vou atirar o Eu para o mundo e sentir que sou um nada. Vou ficar vazia, leve, feliz. Vou saltar montanhas e sorrir para a natureza. Vou correr pela cidade e sentir que nada daquilo me pertence.
Vou me procurar, encontrar e por um dia, idolatrar o mundo.
domingo, 30 de dezembro de 2007
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Liberdade de expressão?
Hoje, quero construir o meu Kremlin. Quero muros enormes, daqueles que tapam as nuvens, quero um ar respirável só por quem lá está e ideais lideradas somente por quem lá coabita. Quero que se pareça com aqueles complexos fortificados que se encontravam nas cidades russas históricas. Quero uma fortaleza só para mim!
Acho que só assim é que a tão falada liberdade de expressão funciona, nas nossas mentes, no nosso Kremlin imaginário, na nossa divagação ou ingenuidade.
Aqui em Portugal, acho que nem toda a gente está bem informada sobre este ponto, se perguntar a alguém acho que recebo uma resposta do género “Ai menina no tempo do Salazar isso é que era, agora não! Agora vivemos em democracia!”. No tempo de Salazar......................... E ainda há quem diga que o que o nosso país precisa é de um novo Salazar! Não entendo isto, mas se calhar também não o posso.
Liberdade de expressão, total dependência dos media, não me parece. Qualquer instituição do Estado é dominada por ele e que ninguém me venha dizer que tudo o que acontece vem estampado integralmente nos jornais. Não!
Esta realidade é exacerbada na Rússia, aquele belo país que nunca está sossegado. Com a morte de uma jornalista russa reconhecida na Europa e praticamente desconhecida no seu país de origem, Anna Politkovskaia, a opressão e a manipulação da Comunicação Social russa é falada no jornal Público. Ao ler esta reportagem tive consciência de uma realidade constantemente falada, onde eu não opinava convictamente, uma vez que desconhecia de qualquer história russa em concreto. Resumidamente:
Desde que Putin é presidente da Rússia, 13 jornalistas foram assassinados no país. “A Rússia não está em guerra, as estatísticas mostram que algo de errado se passa”, reconhece Roman Shleinov, do Novaya Gazeta.
“Os jornalistas são mortos e, infelizmente, a instrução criminal não faz o seu trabalho”, diz Venediktov. “Porque a instrução, o poder, desprezam o trabalho jornalístico. Se matam um banqueiro, um deputado, qualquer personalidade, o procurador-geral investiga e encontra o assassino. Mas se é um jornalista, como é a profissão desprezada aqui, já não fazem o seu trabalho como deveriam.”
É também isso que diz Alexei Simonov: as investigações sobre os jornalistas assassinados não têm levado a lado nenhum, o único resultado tem sido a total impunidade. É como dizer: o crime compensa. “Não há razão para haver bom jornalismo no país.” In Público
Quem culpam destes assassínios? Pensem...
Mas aqui está mais uma prova de que ser justo, verdadeiro e sincero tem um resultado negativo, este mundo já não é o que era... Ser jornalista não pode ser o que era, mas felizmente há belos casos que ainda lutam por um mundo melhor.
Só para concluir:
Yassen Zassourski, 79 anos, foi o reitor da faculdade de jornalismo da Universidade Estatal de Moscovo desde 1965 até este ano - agora é presidente. Formou gerações e gerações de jornalistas russos, atravessou intacto o período soviético, a glasnost, o putinismo - e ainda aqui está, quando a vida da maioria dos seus compatriotas seguiu o exemplo do país, isto é, foi convulsa. Seria tema para uma longa conversa, mas Zassoursky só tem 10 minutos. “Os jornalistas são pessoas especiais. São um animal diferente. Vivem para tornar públicos os seus pontos de vista, e essa é uma obsessão perigosa."
in PÚBLICO - Edi. Imprensa | Domingo 16 Dezembro 2007
ou:
http://comunicamos.wordpress.com/2007/12/16/e-perigoso-ser-jornalista/#more-491
Acho que só assim é que a tão falada liberdade de expressão funciona, nas nossas mentes, no nosso Kremlin imaginário, na nossa divagação ou ingenuidade.
Aqui em Portugal, acho que nem toda a gente está bem informada sobre este ponto, se perguntar a alguém acho que recebo uma resposta do género “Ai menina no tempo do Salazar isso é que era, agora não! Agora vivemos em democracia!”. No tempo de Salazar......................... E ainda há quem diga que o que o nosso país precisa é de um novo Salazar! Não entendo isto, mas se calhar também não o posso.
Liberdade de expressão, total dependência dos media, não me parece. Qualquer instituição do Estado é dominada por ele e que ninguém me venha dizer que tudo o que acontece vem estampado integralmente nos jornais. Não!
Esta realidade é exacerbada na Rússia, aquele belo país que nunca está sossegado. Com a morte de uma jornalista russa reconhecida na Europa e praticamente desconhecida no seu país de origem, Anna Politkovskaia, a opressão e a manipulação da Comunicação Social russa é falada no jornal Público. Ao ler esta reportagem tive consciência de uma realidade constantemente falada, onde eu não opinava convictamente, uma vez que desconhecia de qualquer história russa em concreto. Resumidamente:
Desde que Putin é presidente da Rússia, 13 jornalistas foram assassinados no país. “A Rússia não está em guerra, as estatísticas mostram que algo de errado se passa”, reconhece Roman Shleinov, do Novaya Gazeta.
“Os jornalistas são mortos e, infelizmente, a instrução criminal não faz o seu trabalho”, diz Venediktov. “Porque a instrução, o poder, desprezam o trabalho jornalístico. Se matam um banqueiro, um deputado, qualquer personalidade, o procurador-geral investiga e encontra o assassino. Mas se é um jornalista, como é a profissão desprezada aqui, já não fazem o seu trabalho como deveriam.”
É também isso que diz Alexei Simonov: as investigações sobre os jornalistas assassinados não têm levado a lado nenhum, o único resultado tem sido a total impunidade. É como dizer: o crime compensa. “Não há razão para haver bom jornalismo no país.” In Público
Quem culpam destes assassínios? Pensem...
Mas aqui está mais uma prova de que ser justo, verdadeiro e sincero tem um resultado negativo, este mundo já não é o que era... Ser jornalista não pode ser o que era, mas felizmente há belos casos que ainda lutam por um mundo melhor.
Só para concluir:
Yassen Zassourski, 79 anos, foi o reitor da faculdade de jornalismo da Universidade Estatal de Moscovo desde 1965 até este ano - agora é presidente. Formou gerações e gerações de jornalistas russos, atravessou intacto o período soviético, a glasnost, o putinismo - e ainda aqui está, quando a vida da maioria dos seus compatriotas seguiu o exemplo do país, isto é, foi convulsa. Seria tema para uma longa conversa, mas Zassoursky só tem 10 minutos. “Os jornalistas são pessoas especiais. São um animal diferente. Vivem para tornar públicos os seus pontos de vista, e essa é uma obsessão perigosa."
in PÚBLICO - Edi. Imprensa | Domingo 16 Dezembro 2007
ou:
http://comunicamos.wordpress.com/2007/12/16/e-perigoso-ser-jornalista/#more-491
terça-feira, 27 de novembro de 2007
...Somente assim...

Sabes a árvore de Natal maior da Europa? Sim, aquela que está no Porto. É linda, mas seria ainda mais se a tivesses visto comigo.
- Vamos?
És o meu porto de abrigo, és o meu sorriso e o meu olhar. O meu coração enche-se cada vez que penso em ti. Parece aqueles insufláveis, aqueles onde em criança gostávamos tanto de brincar. Também pode ser um balão, daqueles compridos dos quais os palhacinhos fazem flores, corações e afins.
E a vida corre assim, devagar, lentamente, saborosa...
Não consigo tirar os meus olhos de ti. Eles anseiam-te, sorriem quando te vêem, chamam por ti no meio da rua.
Já te disse que gostei da flor que me deste? Secou, mas está guardada, no coração e em cima da minha secretária, seca, como o nosso amor.
Sempre ouvi dizer que tudo o que tem vida necessita absurdamente de água. Uma constatação, uma reflexão, uma certeza indubitável.
Tudo é como uma árvore, nasce, cresce, sobrevive, perde as folhas, ou melhor, renova, muda de cor, e seca! É a realidade, nua e crua. Tudo é assim, tudo dura, até acabar. Sabes que comparo tudo isto ao sabor do café? Mexes o açúcar, sentes o primeiro gole e depois disso é um rechear de sabores intensos e acolhedores. Último gole, o sabor prolonga-se, até estar totalmente absorvido, e acabar! Não penso esta realidade muito boa de encarar, mas lá está, é a realidade, é a verdade e sempre a conheci má para a quem ouve e reconhece.
Gosto quando sorris para mim, fechas os olhos e dizes-me que sou a tua água. Eu sou o vento ou o mar, não me apego, não encontro aconchego. Sou incansável, dizes tu.
- Podes-me dar o Menu?
Porque é que a vida não pode ser assim? Tens uma lista, comprida de preferência ou se calhar é melhor curta, sucinta, mas com agradáveis sabores e novidades para conquistar.
“É assim, a vida é assim, só tens é de a reconhecer como tal”. Gosto do teu pensamento, cheira bem, mas ainda não entranhou por completo.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Por perto de ti (mim)

Podias estar ali,
Podias estar acolá..
Mas nao, estás aqui.
Podias estar perto de mim,
Nao só aqui,
Um segundo só fora daqui...
O silêncio apaga os meus sentidos,
Os enganos levam-me a ti,
O pensamento afasta-te daqui,
O aqui leva-me a ti...
É possível distrair-me,
Mas não mais que...
O teu perfume preenche a minha alma,
O teu olhar pinta esta chama.
Não te olho assim,
O teu coração nao deixa,
Mas o meu pede,
E tudo em mim nao resiste...
Não faz sentido,
Ou faz, à noite...
Queria-te aqui...
Podia nao ser mais que um segundo.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Para a Minha Mãe
Eu amo-te!
Não te digo isto todos os dias
Mas o sentimento sempre foi mais que intrínseco em mim.
Gosto de ti mesmo quando resmungas, quando te zangas..
Amo-te cada vez mais quando estou longe,
Não te posso abraçar e dar aquele beijinho bom...
És mais importante do que o ar que respiro
És a minha bengala,
És a minha sede,
És a minha água,
És o meu coração,
És o meu sorriso,
És a minha inspiração...
És a minha vida!
Amo-te Mãe!
Não te digo isto todos os dias
Mas o sentimento sempre foi mais que intrínseco em mim.
Gosto de ti mesmo quando resmungas, quando te zangas..
Amo-te cada vez mais quando estou longe,
Não te posso abraçar e dar aquele beijinho bom...
És mais importante do que o ar que respiro
És a minha bengala,
És a minha sede,
És a minha água,
És o meu coração,
És o meu sorriso,
És a minha inspiração...
És a minha vida!
Amo-te Mãe!
domingo, 21 de outubro de 2007
Saudade (cont.)
Quantas vezes sorrimos ao som daquela lareira? Aquele estalir era único, e aquecia-nos nos Invernos complicados que sempre nos assolaram. Agora, o Inverno já não tem o mesmo estalir...
O teu “bom dia” era saboroso, a tua “boa noite” era acolhedora... O teu beijo fazia-me sonhar tão alto... Gosto de te imaginar no meio da relva, deitado a divagar, não dizias coisa com coisa, e a tua gargalhada entoava no meu coração. A relva era fofa, o ar leve e o calor do sol aquecia o teu olhar. Sempre tiveste um ar de mau, de frio, mas o teu sorriso nunca me enganou, lembro-te terno e suave...
Aquelas tartes da tua mãe, aquele bolo que sabia a nuvens e a caramelo, o café...
A tua mãe sempre teve uma mão bastante prendada, lembraste das vezes que repetias isto? Ela sorria e dizia-se mágica. “Nunca desconfies do poder do amor de mãe”, ar sério e sorriso doce no final. A tua mãe tinha um coração enorme, sempre guardou todos os que comeram um pouco dos seus bolos e provaram o seu café, sempre lhes mimou a alma.
Naquele tempo, os sentimentos eram verdadeiros, sentias realmente tudo o que dizias, saboreavas cada segundo e guardavas. Lembras-te de quando a banda descia o monte e enchia de música os nossos prados, dançávamos, saltávamos, riamos....
Bons tempos, o vento assobiava, as flores encantavam...
Lembraste quando contaste as estrelas? Eu disse-te que ias ficar doente, tava frio e quiseste ir ver o céu, tinha que ser na relva, não quiseste o meu cobertor, dizias tu que o frio te alegrava a alma. O chá da tua mãe fazia milagres, e o mel... Tenho saudades do chá e do mel! Tenho saudades dos dias em que quase podíamos tocar nas estrelas.
Eu gostava da luz da lua, fazia-me bem às divagações... Gostava das seis horas, porque te ia esperar e ouvia as histórias da tua mãe.
O meu mundo...sussurravas tu.
O teu “bom dia” era saboroso, a tua “boa noite” era acolhedora... O teu beijo fazia-me sonhar tão alto... Gosto de te imaginar no meio da relva, deitado a divagar, não dizias coisa com coisa, e a tua gargalhada entoava no meu coração. A relva era fofa, o ar leve e o calor do sol aquecia o teu olhar. Sempre tiveste um ar de mau, de frio, mas o teu sorriso nunca me enganou, lembro-te terno e suave...
Aquelas tartes da tua mãe, aquele bolo que sabia a nuvens e a caramelo, o café...
A tua mãe sempre teve uma mão bastante prendada, lembraste das vezes que repetias isto? Ela sorria e dizia-se mágica. “Nunca desconfies do poder do amor de mãe”, ar sério e sorriso doce no final. A tua mãe tinha um coração enorme, sempre guardou todos os que comeram um pouco dos seus bolos e provaram o seu café, sempre lhes mimou a alma.
Naquele tempo, os sentimentos eram verdadeiros, sentias realmente tudo o que dizias, saboreavas cada segundo e guardavas. Lembras-te de quando a banda descia o monte e enchia de música os nossos prados, dançávamos, saltávamos, riamos....
Bons tempos, o vento assobiava, as flores encantavam...
Lembraste quando contaste as estrelas? Eu disse-te que ias ficar doente, tava frio e quiseste ir ver o céu, tinha que ser na relva, não quiseste o meu cobertor, dizias tu que o frio te alegrava a alma. O chá da tua mãe fazia milagres, e o mel... Tenho saudades do chá e do mel! Tenho saudades dos dias em que quase podíamos tocar nas estrelas.
Eu gostava da luz da lua, fazia-me bem às divagações... Gostava das seis horas, porque te ia esperar e ouvia as histórias da tua mãe.
O meu mundo...sussurravas tu.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Memórias apagadas

Dormes enquanto penso em ti. Uma bela noite descansada, eu te desejo.
Entraste numa noite, assim, escura como esta. Sais por uma porta, automática.
Acompanhaste e adubaste os meus sonhos. Tens aquela borracha da qual tanto falei, apagaste memórias, agora esquecidas, mas deixaste a borracha aos bocadinhos, aquelas sobras chatas! Mas...
“Não me aborreças!”
Lembraste daquelas horas,
Aquelas em que o coração falava mais alto do tudo o que dizíamos...
Foi, quase que se pode começar a frase como “Era uma vez...”
Lembraste da estrela que me deste? Recordaste onde a guardei?
Pois, está aqui,
No coração...
Sempre gostei de ver o teu sorriso na lua,
Sempre gostei da nossa música ao luar.
Memórias esquecidas não enchem gavetas,
Memórias perdidas não reciclam...
Memórias esquecidas, são memórias apagadas,
Só memórias... apagadas pela nossa borracha.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Heart...Wait!

Sempre que fecho os olhos, penso em ti...
Sempre que sinto o coração, sinto-te perto de mim...
Sempre que penso na vida, penso em ti...
Quem és tu...
Alguém que eu quero, desejo, ambiciono,
Alguém que me lembra do que sou e do que quero ser!
Que me faz sonhar e sorrir para o futuro!
És o tal, o meu sonho, a minha ilusao..
Eu estou perdida em ti,
Não sei onde estás,
Não sei para onde vais,
Não sei se me sentes,
Não sei se vens em breve...
Não sei quem és Tu...
Mas espero,
Estou a tua espera...
O meu sorriso anseia-te,
O meu olhar tem sede do teu,
O meu coração aquece quando penso em ti...
Sorriu...
Arrepio...
Aquece coração...
<3
sábado, 22 de setembro de 2007
Borboleta

[Abre as tuas asas]
Simples e complexa...
Qual borboleta, abre as asas e voa...
Deixa-se levar por tempestivos sorrisos,
Sobrevoa por mãos amigas...
Sorri para o vento e para a maré,
Ajuda o coração e a alma...
Força para voar e viver,
Força para cantar e sorrir...
Cada dia voas...
Só acreditar não chega...
Enternecedor toque de viola,
Enternecedora melodia,
Carente o afecto e o sorriso...
Forte o sentimento,
Pequena a vontade...
Voa, cada dia, voa...
Feliz na mensagem,
Angustiante resposta...
Perante novos ciclos e incessantes barreiras,
Não esmorece,
Não cai no desejo...
Voa...
Abre as asas...
E Voa...
Voa...
...
Borboleta...
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Saudade...
[Beijinhos fresquinhos! Logo, trazes-me mimos?]
E como se de uma história se tratasse, eu conto qual conto de fadas!
Vejo a tua mãe no alpendre tricotando aquelas camisolas que nos aqueciam no inverno, com uma caneca bem quente de café ao lado, ainda sinto aquele aroma profundo e extremamente apetitoso (aquele era o verdadeiro café!). O gato acompanha-a, e a tua mãe, a cada gole de café, faz-lhe um miminho. O Gordon,assim se chamava o gato, está deitado por cima da cesta das linhas, muito rechonchudo e peludo, ronronando a cada mimo. E a cadeira de baloiço, era a preferida da tua mãe, ela sentava-se sempre nela, ora para tricotar, ora para cair no sono um pouquinho, ora simplesmente para observar o mundo com o seu olho crítico e sensível. Os seus óculos na ponta do nariz, espreitando assim, por cima deles e o seu cabelo grisalho preso num puchinho.
Delicio-me com estas imagens, trazem um misto de saudade e paz!
Tu chegavas sempre por volta das seis horas, estavamos à tua espera, a tua mãe no seu alpendre baloiçando-se na sua cadeira. Oferecia-te um sorriso e perguntava-te como tinha corrido o dia. Naquele tempo, na hora das refeições, era bom tar no jardim, havia um perfume diferente que vinha de cada casa, misturavam-se no átrio, e era tão bom saborear o único aroma que se formava...
Eram outros tempos, dizes tu, e eu tenho saudades daquela rotina que por vezes era tão cansativa, mas agora tão saborosa!
E é mesmo isso, agora já não há café tão intenso e saborosa, não há aromas tão deliciosos, agora vejo poucas cadeiras de baloiço...
Esta imagem repete-se constantemente no meu imaginário, e só eu sei o quão bom é...
Saudade, gosto da palavra, e o sentimento é belo.
E como se de uma história se tratasse, eu conto qual conto de fadas!
Vejo a tua mãe no alpendre tricotando aquelas camisolas que nos aqueciam no inverno, com uma caneca bem quente de café ao lado, ainda sinto aquele aroma profundo e extremamente apetitoso (aquele era o verdadeiro café!). O gato acompanha-a, e a tua mãe, a cada gole de café, faz-lhe um miminho. O Gordon,assim se chamava o gato, está deitado por cima da cesta das linhas, muito rechonchudo e peludo, ronronando a cada mimo. E a cadeira de baloiço, era a preferida da tua mãe, ela sentava-se sempre nela, ora para tricotar, ora para cair no sono um pouquinho, ora simplesmente para observar o mundo com o seu olho crítico e sensível. Os seus óculos na ponta do nariz, espreitando assim, por cima deles e o seu cabelo grisalho preso num puchinho.
Delicio-me com estas imagens, trazem um misto de saudade e paz!
Tu chegavas sempre por volta das seis horas, estavamos à tua espera, a tua mãe no seu alpendre baloiçando-se na sua cadeira. Oferecia-te um sorriso e perguntava-te como tinha corrido o dia. Naquele tempo, na hora das refeições, era bom tar no jardim, havia um perfume diferente que vinha de cada casa, misturavam-se no átrio, e era tão bom saborear o único aroma que se formava...
Eram outros tempos, dizes tu, e eu tenho saudades daquela rotina que por vezes era tão cansativa, mas agora tão saborosa!
E é mesmo isso, agora já não há café tão intenso e saborosa, não há aromas tão deliciosos, agora vejo poucas cadeiras de baloiço...
Esta imagem repete-se constantemente no meu imaginário, e só eu sei o quão bom é...
Saudade, gosto da palavra, e o sentimento é belo.
domingo, 9 de setembro de 2007
Viva a fantasia!

[Pedacinhos de carinho!]
É como se não andasse..
E a vida passa por mim... Numa recta única onde vejo o passar dos anos na cara dos que passeiam..
Devagar...
Tal como a brisa que me envolve e me oferece a noção do tempo. Este aroma é-me familiar, é um respirar de alívio e libertação!
Tudo brinca, tudo fala, eu, observo...e saboreio. Como se de um misto de degustação prazerosa e saudosista se tratasse! É, acho que é mesmo isto, degustação prazerosa e saudosista.
Vejo as marcas da vida no rosto de cada pessoa que passa, vejo o eterno carinho que os une...
Será que estou a aproveitar mal, ou de uma forma errada, esta oportunidade que me foi cedida? A vida? (...)
Subitamente sou invadida pelo vazio e plena insatisfação, extremamente auto-crítica para com a vida e para comigo mesma, assim me defino!
Espera-se da vida algo que aprendemos que ela não nos dá: a perfeição.
Resta-nos viver na ilusão, porque essa sim, faz-nos felizes...
Viva à fantasia!
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Presentemente e Futuramente Feliz!

[Afaste-se a noite! Ponham-se as estrelas!!]
Perdi todos aqueles pensamentos negativos, talvez, ligeiramente embriagada. Mas não bebi para esquecer, bebi, creio eu, para me lembrar! Aquela overdose de tristeza que mantive durante tal fase, que delibitou o meu ser, engraxou a minha angústia!
Agora, estou a aprender a voar, a saborear tudo aquilo que me foi oferecido, todos aqueles kits de sorrisos e paz que acompanharam a explosão de alegria.
Procurei a receita do meu instinto, encontrei-a! Não há muitas misturas, as razoáveis, as necessárias para o feliz contentamento.
Resta-me aquele belo sentimento português, ao qual lhe chamamos : saudade!
À que deixar bem patente, que não me resta a saudade da tristeza, mas sim do que havia antes dela, dos momentos mágicos, ou pura ilusão, que se repetem no meu imaginário...
Vejo a vida como um ramo de flores oferecido, tudo acaba por murchar! São tudo momentos, que (infelizmente) vão esmorecendo, tal como as flores, mas ficam sempre as recordações! Enquanto houver água, tudo move.
Mas entretanto, oferecem-nos outro ramo de flores, e começa tudo novamente.
E a vida é mesmo isto , dar e receber!
Pessoalmente acho que o que melhor se pode oferecer a alguém é um sorriso e um coração amigo, com um simples sorriso podemos iluminar o dia de alguém, creio vivamente nisto, e um coração amigo, move montanhas! (também gosto de receber!)
.........
Talvez não passe de um feeling, mas todos os presságios me demonstram o "presentemente e futuramente feliz"!! :)
E é isso que desejo a todos , um "presentemente e futuramente muito feliz"!
E já agora, um ramo de flores para todos!
:)
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Um sorriso para todos, se faz favor! :)

[just because i can stop this]
Hoje,
acordei determinada, e vou pôr os pontos nos supostos Is, que ou muito me engano, ou nunca existiram! Não suporto ficar mais na incerteza, ter de me xatear e magoar.
Hoje,
acordei com um sorriso para o mundo, não, não é só porque meu grande Benfica vai mudar de treinador (Graças a Deus!!ou seja a lá quem for!), mas porque decidi, depois de muito desabafar e bater com a cabeça para ver se acordava, olhar o futuro, olhar em frente e preocupar-me menos com o passado ou até com o presente! Até porque nunca fui muito apologista da marcha atrás ou da inversão do sentido de marcha, sempre gostei imenso de andar em frente, e de preferência sem travão à mistura!
Sinto-me leve, como sempre me gostei de sentir, e o meu coração só me deixa sorrir. Dizem que quando se fecha uma porta, abre-se sempre uma janela, e eu gosto de acreditar nisso, e vou seguir tal frase feita como sendo o meu instinto.
Gosto de viver sem preocupações, traçando os meus objectivos e sorrindo para a vida. Odeio lamentações e a maioria dos pedidos de desculpa. Gosto do meu orgulho, e de quem gosta de mim. Vivo feliz com os amigos que tenho, e para conhecidos, já tenho que chegue, até posso oferecer alguns, alguém quer? Não gosto, principalmente, daqueles conhecimentos que uma pessoa faz na internet, não por ser interessante e se identificar connosco, mas simplesmente por ser uma cara ou corpo bonito, e para acrescentar mais uma à lista!
Gosto de ser quem sou, "maluca", "trenga", "douda", como muitos me chamam, vivo feliz assim, "espalhando sorrisos" como vou ouvindo. Sou comunicativa por natureza e não suporto injustiças, mentiras, falsidades, cinismo burro, pessoas convencidas e falta de educação.
Gosto de ver o azul do céu e a praia deserta. Gosto daqueles dias onde o sol me ilumina e o vento me envolve, sendo preciso aquele casaquinho para o passeio. Gosto de cheirar, sentir e respirar o mar.
Gosto de abraços e de um bom café. Prefiro uma boa conversa ou um bom debate, a um flirt.
Sinto-me orgulhosa da família que tenho, e sou-lhes agradecida pela educação que me deram.
Sou muito directa e objectiva, tal como o mundo pretende que se seja, e gosto de andar sempre a sorrir, mesmo me encontrando triste por dentro.
Gosto daqueles nossos jantares cheios de pessoal doido, e daquelas conversas já quentinhas que nos deixam mais felizes que nunca na mesa do café.
Gosto de ir para a janela quando pára de chover e sentir aquela briza e o cheiro de terra... Gosto daquela canção bem baixinha a acompanhar tudo isto.
Gosto de abraçar os meus amigos e tê-los sempre perto de mim (mesmo estando longe de alguns deles!)
Gosto da vida!!!
Sorrio para a vida!
E nada nem ninguém me vai conseguir tirar esta vontade de viver que tenho dentro de mim!!!
Um sorriso para todos, se faz favor!!!
*
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Back to Black
[just like heaven]
Sabes o que mais odeio? Aquele nó! Aquele nó horrível que aparece sempre na hora errada e me deixa completamente angustiada. Aquele nó que me deixa correr lágrimas logo de seguida, sem lhes impôr barreiras. Dizem que faz bem chorar, eu concordo, e sabes porquê? O nó desaparece!
Tu sabes que sorrio sempre, mas tem alturas que não dá, o nó aparece, destrói tudo aquilo que penso, e deixa-me correr num rio de lágrimas...
Chamo-lhe insegurança, chamo-lhe agonia, chamo-lhe ilusão!
Entro numa obsesão completa quando ele vai embora, será que não vê o quanto preciso de dele? Tu desfazes-te, só penso e procuro por ele! Pensei que tudo isto tivesse esclarecido, mas não...
O meu sorriso desaparece, não se lembra que eu existo!
Aí o telemóvel dá voltas na minha mão, por mais que toque, não é nada dele...
Angústia...
Tudo o que eu faço, lembra-me dele...
Ele sabe que não gosto das suas atitudes, que me desilude muitas vezes, eu sei! Mas tu, não funcionas a corda, e eu não consigo parar o que sinto!
Não vou acompanhar o voo dele, não consigo... Quero paz para me descobrir e me reconhecer novamente. Chega de ilusão e tristeza sim? Tu tens de corresponder ao meu pedido, não podes estar aqui apertado...
Estou a pedir-te.. Chega! Não quero estar assim, ajuda-me!!
Isto que sinto cresce, não pára, por mais que queira...
[Esta é a conversa que tens de ter com o teu coração, sim?]
Anyway.....
O preto fica sempre bem a toda a gente, não é isso? Então porque é que me perguntam o porquê de eu andar muito de preto? Eu respondo: "gostos amigos!" Já andei de todas as cores, super colorida, mas agora, voltei ao preto!
O preto pode ser considerado como a ausência de luz, mas na realidade é a mistura de todas as cores (ahah), absorve todas as cores, daí ser tão forte. Por vezes também é associado a acontecimentos negativos, tal como o luto ou o terror, no entanto, alia-se ao mistério, à fantasia, à dignidade e à sofisticação.
E eu gosto do preto, tou comprometida com ele (ahah)! Sinceramente, eu identifico-me com esta cor, que, para mim, transmite força, presença e carácter. Acho que já encontrei a minha cor!
More questions??
:)
Sabes o que mais odeio? Aquele nó! Aquele nó horrível que aparece sempre na hora errada e me deixa completamente angustiada. Aquele nó que me deixa correr lágrimas logo de seguida, sem lhes impôr barreiras. Dizem que faz bem chorar, eu concordo, e sabes porquê? O nó desaparece!
Tu sabes que sorrio sempre, mas tem alturas que não dá, o nó aparece, destrói tudo aquilo que penso, e deixa-me correr num rio de lágrimas...
Chamo-lhe insegurança, chamo-lhe agonia, chamo-lhe ilusão!
Entro numa obsesão completa quando ele vai embora, será que não vê o quanto preciso de dele? Tu desfazes-te, só penso e procuro por ele! Pensei que tudo isto tivesse esclarecido, mas não...
O meu sorriso desaparece, não se lembra que eu existo!
Aí o telemóvel dá voltas na minha mão, por mais que toque, não é nada dele...
Angústia...
Tudo o que eu faço, lembra-me dele...
Ele sabe que não gosto das suas atitudes, que me desilude muitas vezes, eu sei! Mas tu, não funcionas a corda, e eu não consigo parar o que sinto!
Não vou acompanhar o voo dele, não consigo... Quero paz para me descobrir e me reconhecer novamente. Chega de ilusão e tristeza sim? Tu tens de corresponder ao meu pedido, não podes estar aqui apertado...
Estou a pedir-te.. Chega! Não quero estar assim, ajuda-me!!
Isto que sinto cresce, não pára, por mais que queira...
[Esta é a conversa que tens de ter com o teu coração, sim?]
Anyway.....
O preto fica sempre bem a toda a gente, não é isso? Então porque é que me perguntam o porquê de eu andar muito de preto? Eu respondo: "gostos amigos!" Já andei de todas as cores, super colorida, mas agora, voltei ao preto!
O preto pode ser considerado como a ausência de luz, mas na realidade é a mistura de todas as cores (ahah), absorve todas as cores, daí ser tão forte. Por vezes também é associado a acontecimentos negativos, tal como o luto ou o terror, no entanto, alia-se ao mistério, à fantasia, à dignidade e à sofisticação.
E eu gosto do preto, tou comprometida com ele (ahah)! Sinceramente, eu identifico-me com esta cor, que, para mim, transmite força, presença e carácter. Acho que já encontrei a minha cor!
More questions??
:)
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Viva o Verão!!

[aquela alegria :) ]
"Para a próxima pensa duas vezes!" Foi isto que me veio à cabeça quando falei com ele! Achei estranho, o porquê daquele pensamento...Mas dizem que as mulheres têm o sexto sentido, apuradíssimo (isto, porque agora também há quem diga que tem o sexto sentido, e não é mulher!), e ou muito me engano, ou este "sexto sentido" vem com água no bico!
Ao som da nova música do inegualável Jorge Palma, vou pensando na vida, melhor dizendo, no sexto sentido! Nos dias que correm engane-se quem pensa que o sexto sentido só é possuído pelas mulheres, muitos se dizem donos deste "dom", que sempre fez parte do íntimo da femininalidade e que agora tem que ser partilhado. (Isto é uma das coisas que não gosto de partilhar! Era suposto ser só da mulher...)
Não me pensem egoísta, simplesmente sou uma defensora da mulher, e de tudo a que ela tem direito! Automaticamente, penso no machismo, que para mim, hoje em dia, não passa de uma piada, de uma falta de criatividade e originalidade imensa, uma vez que tudo o que os supostos machistas dizem, advêm das gerações anteriores, do tempo e do século passado!
Gosto bastante de dizer: " Acordem! Estamos no século XXI!", acho sinceramente que pouquíssima gente percebeu e se situou realmente no tempo!
Mudando de assunto...
Algo que me está a intrigar bastante neste Verão, é a quantidade de emigrantes que encheu o nosso país durante este mês, ainda ontem andava eu no meu passeio, e acreditam ou não, ouvi falar mais francês do que propriamente a nossa língua, óbvio que não tenho qualquer coisa contra estes lutadores, mas penso sinceramente, que mais um bocadinho de civismo , calma e talvez menos "mania" não lhes ficava nada mal. Regressam ao seu país de origem "à força toda" para as merecidas férias, e "pensam que isto é tudo deles", palavras da minha rica mãe :). Depois é o que se vê, quanta polícia vemos nós na estrada? Por causa das férias? Sim, também. Mas se um dia destes forem as diversas DGV´s espalhadas pelo país, vão constatar a quantidade de emigrantes multados que lá se encontram na fila, e a maioria? Excesso de velocidade.
Depois, também se encontra aqueles que gostam bastante de armar confusão, dentro do grupo, ou então (e de preferência!), com os portugueses que passam naquele momento,por acaso. Portugal ganha mais animação, sem dúvida, em todos os sentidos!
Whatever...
Viva o Verão!!
sábado, 11 de agosto de 2007
..Per ti...

["Um ano, mor!"]
Lembras te como foi?aquelas luzes, aquele ambiente..aquele sorriso! Fecho os olhos e ainda vejo o nosso momento, mas tudo muito devagar...puxo o cabelo para trás, olho para ti...
Ontem, olho para trás e vejo o teu sorriso, tão bom, sentir-te por perto, poder-te tocar...
Hoje, pergunto se não viste no meu olhar o quanto te adoro, aquele teu sorriso doce... "És-me muito especial amor"...
Sinto saudades das tuas palavras que eram como mel para mim, sinto saudades do teu sorriso meigo, tenho saudads dos teus beijos...
Gosto dos teus abraços...
Sentir-te juntinho é tao bom...
Sinto que tu me adoras e tu sentes que eu te adoro, não vai ser isto que vai mudar algo amor...
Quero-te aqui, agora, bem juntinho de mim...quero os teus abraços e o teu sorriso de volta...
Tu sabes que te adoro meu doce...
"Os nossos momentos mor <3"
terça-feira, 7 de agosto de 2007
...Porque lo siento!

[para onde o vento leva o teu coração]
Hoje reparei no teu sorriso, no teu olhar, e uma sensação de desilusão me abalou! Não perguntes o porquê, não sei...
Sempre me disses-te: "vai para onde o vento leva o teu coração"; e eu sempre fui fiel a esta pequena frase feita, mas com muito conteúdo. Hoje, porém, não sei o que vi em ti...
Um desconhecido? Talvez, mas sempre foste algo intrínseco em mim, algo totalmente indispensável e sem hipótese de substituição ou transplante, mas hoje...
Sabes no que pensei de seguida? Naquelas belas palavras que o mar embalou, daquela canção que cantada bem baixinho me fazia sonhar...
Gosto quando sussurras ao meu ouvido, já te tinha dito? Arrepias-me, dás-me um flutuar e uma doçura...
Encantas-me qual Bela Adormecida, e fazes-me sentir todo o burburinho do meu coração... Infiltro-me numa corrente de fantasia, e sonho acordada... Quando dou por mim olho nos teus olhos e reparo que os meus lábios sorriem involuntariamente...
Gosto da telepatia do teu olhar, e do doce dos teus lábios...
Gosto quando me dizes que sou o teu sorriso e o teu coração...
Gosto quando me seguras a mão e me levas...
Gosto de sentir o teu perfume no meu cabelo...
Gosto de ver as nossas sombras juntas e o nosso reflexo no lago...
Sabes, sempre que estou contigo entro num jogo de ternura, num jogo de sedução infantil, que resulta em sorrisos tontos e olhares enternecedores.
Mas naquele momento, senti-me qual flor murcha, algo que não foi regado, que desfaleceu e necessita de um pouco de água, ou talvez amor, para sobreviver...
Perante tal sentimento, senti-me completamente impotente, e pela primeira vez, senti necessidade de recuperar, de retroceder os sentimentos, quero voltar aos contos infantis, vivê-los contigo, rodeada de doçura e encanto! Quero voltar a olhar para a sombra, a nossa sombra (única)...
Quero que voltes ao meu coração...
sábado, 4 de agosto de 2007
Mais um cigarro, por favor!
[Sinto a brisa marítima...]
Porque é que uma paixao não pode ser como um cigarro? No início
é agradável, embora apague rápido de seguida podemos acender outro...Esquece-se automaticamente o cigarro passado e passa-se só a pensar no "novo" cigarro.
é agradável, embora apague rápido de seguida podemos acender outro...Esquece-se automaticamente o cigarro passado e passa-se só a pensar no "novo" cigarro.
As paixões podem ser intensas, rápidas e por vezes até passageiras, mas deixam sempre um gostinho, uma lembrança, uma marca, uma memória. Não passam despercebidas aos sentimentos, não passam despercebidas ao nosso precioso coração (isto pelo menos para nós, mulheres!). Sempre ouvi dizer, que é desnecessário tentar iniciar uma nova paixão, quando a chama da antiga ainda não se encontra apagada, e por mais que me tentem provar o contrário, vou constatando a veracidade do primeiro dito! Não vale beijar com o pensamento longe, não vale enganar o nosso intimo, e por mais audaz que se seja, o nosso coração consegue ser bem pior que o algodão!
As paixões vêem e vão, como as ondas do mar, ou como o vento, ou como a brisa...
Mais um cigarro, por favor!
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Moda vs Prazer
Ora,
hoje, dia 31 de Julho, criei este belo blog, a pedido de muitas famílias (eheh)!
Neste preciso momento, encontro-me num dilema, ouvi algures dizer que agora criar um blog virou moda, toda gente tem um blog, o que acho perfeitamente aceitável, liberdade de pensamentos e liberdade de expressao! Vou encarar isto como um desafio, como uma espécie de anti stress, e antes que tirem deduções erradas, isto para mim é um prazer!
Para começar, Luísa Campos, prazer!
Menina nascida no dia 29 de Fevereiro e que por esta lógica tem 4 anos! Vivo numa terra encantadora, tão encantadora que qualquer um adivinha logo a sua graça, ou não!!
e volto amnhã, i promisse :)
hoje, dia 31 de Julho, criei este belo blog, a pedido de muitas famílias (eheh)!
Neste preciso momento, encontro-me num dilema, ouvi algures dizer que agora criar um blog virou moda, toda gente tem um blog, o que acho perfeitamente aceitável, liberdade de pensamentos e liberdade de expressao! Vou encarar isto como um desafio, como uma espécie de anti stress, e antes que tirem deduções erradas, isto para mim é um prazer!
Para começar, Luísa Campos, prazer!
Menina nascida no dia 29 de Fevereiro e que por esta lógica tem 4 anos! Vivo numa terra encantadora, tão encantadora que qualquer um adivinha logo a sua graça, ou não!!
e volto amnhã, i promisse :)
Assinar:
Postagens (Atom)
